Seguro cobre para-brisa quebrado?

Seguro cobre para-brisa quebrado?

Saiba se vale a pena contratar cobertura para vidros

Os vidros dos carros são itens muito suscetíveis à quebra, tanto em virtude de pequenas colisões quanto pelo choque com pedras e outros objetos arremessados acidentalmente por outros veículos em estradas e rodovias. Neste sentido, surge a dúvida se o seguro cobre para-brisa quebrado e se é necessário contratar uma cobertura adicional?

A cobertura básica do seguro automóvel cobre o conserto de vidros em caso de sinistro, porém a cobertura adicional para vidros trás algumas vantagens importantes em relação a franquia e a perda da classe de bônus.

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Cotação de seguro automotivo

Entenda se o seguro cobre para-brisa quebrado

Imagine que um seguro tenha uma franquia de R$ 2,5 mil para acionar a cobertura básica, e após uma colisão os prejuízos somados do conserto sejam de R$ 10 mil reais. Neste caso, vale a pena acionar o seguro, já que o mesmo irá cobrir os R$ 7,5 mil restantes.

Porém, em uma situação onde apenas o para-brisa frontal tenha sido quebrado, causando um prejuízo de R$ 1 mil reais, por exemplo, não faz sentido acionar a cobertura básica, pois o prejuízo é menor que o valor da franquia.

Para essas situações existe a cobertura adicional para vidros. Com uma franquia bem mais baixa que a cobertura básica, o segurado consegue realizar a troca através do seguro.

A cobertura adicional para vidros também pode cobrir faróis, vidros laterais, lanternas e retrovisores. As seguradoras disponibilizam diferentes opções de contratação, como básica, completa e Vip.

Os planos básicos geralmente cobrem os para-brisas dianteiro, traseiro e laterais, enquanto os planos completos incluem a cobertura para os demais itens como retrovisores, faróis e lanternas.

É importante ficar atento à algumas exclusões dessa cobertura. Por exemplo, acessórios que não são itens de fábrica do veículo como canaletas, pestanas e frisos geralmente não estão cobertos.

As franquias para cada um desses itens é sempre apresentada na cotação do seguro que fica disponível na apólice contratada. Geralmente há franquias distintas para os diferentes itens cobertos, assim, a franquia para troca de um retrovisor não é igual a franquia para a troca de uma lanterna, por exemplo.

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Quebrei um vidro, e agora?

O primeiro passo é comunicar o seu corretor de seguros para que seja verificado na sua apólice se o item quebrado está coberto e qual a franquia para a troca.

O corretor irá realizar a abertura do processo de sinistros junto à seguradora, solicitando alguns documentos. Assim que a análise da seguradora estiver concluída, será indicado o prestador do serviço que irá realizar o reparo ou troca do vidro. O segurado deve levar o veículo até o prestador para que a troca ou reparo sejam realizados.

Em geral o reparo no prestador ocorre em um dia. Mesmo a troca sendo rápida é necessário deixar o veículo parado durante algumas horas para que a cola de fixação do vidro esteja firme antes de utilizar o veículo.

Na maioria das seguradoras, acionar a cobertura de vidros não acarreta em perda de bônus, ou seja, não irá impactar no desconto da renovação do seguro no ano seguinte.

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Fique atento: vidros trincados podem causar multas

A resolução 216 do Conselho Nacional de trânsito – Contran fixa algumas exigências de segurança para vidros e para-brisas de automóveis, os quais são considerados itens de segurança do veículo. Os descumprimento dessas exigências pode sujeitar o condutor à sanções dispostas no Código de Trânsito Brasileiro.

Parágrafo único. Nos para-brisas dos veículos de que trata o caput deste artigo, são permitidos no máximo três danos, exceto nas regiões definidas no art. 3º, respeitados os seguintes limites:

I – Trinca não superior a 20 centímetros de comprimento;

II – Fratura de configuração circular não superior a 4 centímetros de diâmetro.

Art. 5°. Nos demais veículos automotores, a área crítica de visão do condutor é a metade esquerda da região de varredura das palhetas do limpador de para-brisa.

Parágrafo único. Nos para-brisas dos veículos de que trata o caput deste artigo, são permitidos no máximo dois danos, exceto nas regiões definidas no art. 3º, respeitando os seguintes limites:

I – Trinca não superior a 10 centímetros de comprimento;

II – Fratura de configuração circular não superior a 4 centímetros de diâmetro.

Art. 6º. O descumprimento do disposto nesta Resolução sujeita o infrator às sanções previstas no artigo 230, inciso XVIII c/c o artigo 270, § 2º, do Código de Trânsito Brasileiro.”

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